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Escola salesiana lança cartilha de combate ao bullying Luzes
Fonte: RSB Informa. Com informações de Andreza Nonato.

Mesmo com a instituição da lei 13185, que institui um programa de combate ao bullying em território nacional, o Brasil ainda sofre com esse mal. Estima-se que o problema afeta cerca de 13% das crianças em escolas do Brasil e quase 50% dos jovens no ambiente de trabalho. De acordo com a lei, o bullying se caracteriza por uma intimidação sistemática, a violência de qualquer gênero, praticada por um indivíduo ou grupo contra uma ou mais pessoas, que ocorra de forma intencional e com objetivo de causar dor e sofrimento à vítima.

 

Pensando nisso, o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora de Aracaju-SE, por meio de seu departamento de Orientação Educacional, realiza o projeto “Respeitando as diferenças”, com uma série de ações antibullying. Uma delas, o lançamento de uma cartilha de orientação, prevenção e combate.

 

“Ao desenvolvermos este material, buscamos proporcionar um espaço para a reflexão e o debate sobre a boa convivência escolar dentro da instituição. Nosso objetivo é orientar educadores, alunos e a família a combaterem esse mal, buscando assim novas ideias, soluções, prevenções e o incentivo de boas práticas, necessárias ao convívio harmonioso e saudável”, declara a equipe do Serviço de Orientação Educacional da escola, na apresentação do subsídio.   

 

Como escola, o Auxiliadora convida todos a buscarem uma compreensão sobre o conceito de bullying, onde ele acontece, os perfis das vítimas e dos agressores e a importância da conscientização.

 

De acordo com a cartilha, as intimidações podem acontecer de diferentes formas, como:

 

- ataques físicos;
- insultos pessoais;
- piadas ofensivas;
- ameaças por quaisquer meios;
- ilustrações depreciativas;
- expressões preconceituosas;
- comentários sistemáticos;
- apelidos pejorativos;
- isolamento social consciente e premeditado.

 

Algumas das atitudes recomendadas quando o problema é identificado são:

        

 

- atuar imediatamente para cessar a agressão;
- escutar o relato das partes envolvidas e conversar com as famílias e/ou escola;
- incentivar o diálogo aberto entre a família e a escola;
- escutar o relato dos outros alunos e falar sobre a importância deles para acabar com as agressões;
- conversar com os agressores sobre as consequências de perseguir e intimidar;
- dependendo do caso, sugerir a avaliação de um profissional ou acompanhamento psicológico.

 

Confira a cartilha na íntegra aqui.